Recolha De Alexandria

Recolha De Alexandria3.5, mas resolvi arredondar para 4, embora com d vidas Gostei muito mais do primeiro volume, mas este vale a pena na mesma. Encheremos o mundo de coisas preciosas, ser o tantas que os homens passar o por elas julgando as banais An nimo p g 105 Uma agrad vel surpresa, este carrossel alternante entre Realidade e Fic o. O Cio N O O Contr Rio De Trabalho A Felicidade Que O Contr Rio De Trabalho Marian BibinEste Volume Da Enciclop Dia Da Est Ria Universal, Entre V Rias Cita Es, Curiosidades, Mitos E Anedotas Orientais, Inclui Ainda Entradas Sobre Monges Que Vivem Pendurados Em Enormes Prateleiras De Livros E Que Nunca Tocam No Ch O Diz Nos Que Alice No Pa S Das Maravilhas Nasceu De Uma Enxaqueca Conta Hist Ria Do Sult O Osman III, Que Abominava M Sica E Mulheres E Narra Epis Dios Da Vida De Umt Arslan, O Governador Otomano Que Tinha Fama De Comer Le Es Num Tom, Por Vezes Solene, Outras Ir Nico, Mas Sempre L Dico, Esta Enciclop Dia Revela Nos Toda A Hist Ria Que A Hist Ria Esqueceu E Ignorou Afonso Cruz um escritor delirante Chegamos a duvidar se alguns nomes que aparecem nos verbetes s o verdadeiros ou fict cios A leitura da Enciclop dia e de outros livros de Afonso Cruz que j li levo me para uma esfera do pensamento igual da leitura de Cortazar. Este um livro diferente dos que li do autor Este o primeiro volume de uma Enciclop dia da Est ria Universal, que a editora ir lan ar um volume por ano Recolha de Alexandria apresenta nos um conjunto de defini es, curiosidades e hist rias algo peculiares, organizadas por ordem alfab tica Sim um livro diferente, em termos de estrutura mas a beleza da escrita de Afonso Cruz est presente e nos dif cil saber que o que estamos a ler fruto ou n o da sua imagina o, muitas vezes com um tomo humor stico e ir nico.Gostei bastante e no futuro, vou querer reler, abrindo aleatoriamente o livro e ler a p gina que calhou. A coisa mais alta que h fica exactamente por baixo da coisa mais baixa que h Amma Sincl tica 16 O avarento segue o caminho das trevas s para n o ter de pagar a luz Malgorzata Zajac 19 A maldi o de Babel n o foi os homens desentenderem se por falarem l nguas diferentes, mas sim desentenderem se falando a mesma l ngua Dovev Rozenkrantz 21 Perto de Ispa o, h uma ameixeira que d dois tipos de frutos as ameixas que s o doces e os espa os entre as ameixas que s o silenciosos S o estes ltimos que, ao fim da tarde, exibem o p r do sol atrav s dos ramos Petar Stamboliski, Poesia36 O homem como a pedra de um escultor Quem diria que, desbastada, se encontraria l dentro uma obra prima Dentro do homem, quem diria que poder amos encontrar Deus Fragmento An nimo, s culo I depois da H gira 43 No deserto as flores desabrocham na imagina o Fragmento An nimo, s culo I depois da H gira As flores do deserto n o precisam de gua, precisam de imagina o Variante do Fragmento 35 citado por Gunnar Helveg 51 Tenho muitos mais defeitos do que as outras pessoas, apesar de fazer exactamente o mesmo que elas elas n o v em os defeitos delas e v em os meus Eu n o vejo os defeitos delas e vejo os meus Tal Azizi 77 Existe uma doen a oft lmica chamada poliopsia Consiste em ver v rias imagens dum mesmo objecto Quando a poliopsia ataca o c rebro, chamamos lhe sabedoria consiste em ver o mesmo objecto, mas de perspectivas diferentes, como se fosse visto por v rias pessoas Tsilia Kacev, frase que adorna a obra Mesa79 A ideia de que um prazo cria press o e que a press o ajuda a criar muito antiga Ser talvez o m todo mais antigo de todos Deus tinha uma eternidade para criar o mundo, mas obrigou se a faz lo em seis dias O resultado est vista Augustine Mutiu 79 Por mais andares que uma casa tenha termina sempre no telhado assim a vida do homem por mais certezas que tenha, termina sempre na d vida Malgorzata Zajac 91 Encheremos o mundo de coisas preciosas, ser o tantas que os homens passar o por elas julgando as banais Fragmento An nimo, s culo I depois da H gira 105 Afonso Cruz conjurou os esp ritos de Jorge Lu s Borges e Italo Calvino para fazer este livro Humberto Eco tamb m ter dado uma ajuda Adorei a carga metaf rica que cada p gina carrega, e muito especialmente uma profundidade nas entrelinhas que me faz ter vontade de o ler novamente daqui a uns tempos, como se fosse um livro novo Agora vou direitinho para os arquivos de Dresden At j Uma colect nea de textos que parodiam a hist ria de uma forma incr vel o primeiro de v rios volumes 4 at agora publicados Recomendo vivamente Afonso Cruz um autor que tem vindo a ganhar uma import ncia enorme no panorama liter rio portugu s. Primeiro preciso gostar, depois compreender, depois gostar do que se compreendeu como se houvesse livros que s o almas g meas A maldi o de Babel n o foi os homens desentenderem se por falarem l nguas diferentes, mas sim desentenderem se falando a mesma l ngua Deus fez o mundo de modo a que todos encontremos a felicidade, mas nunca saibamos que a encontr mos Certas palavras s o gatilhos e chaves para muito desastre interio por falta de compet ncia na sua utiliza o Por mais andares que uma casa tenha termina sempre no telhado assim a vida do homem por mais certezas que tenha, termina sempre na d vida Os livros precisam de ser alimentados pela leitura ou acabar o por morrer inanes Julgo que a loucura de Bota se deve a uma necessidade de encontrar o maravilhoso na rotina, nos lugares onde vivemos e por onde passamos todos os dias. 2.5

Nasceu em 1971, na Figueira da Foz e estudou nas Belas Artes de Lisboa, no Instituto Superior de Artes Pl sticas da Madeira e na Ant nio Arroio escritor, m sico, cineasta e ilustrador.Escreveu seis livros A Carne de Deus Bertrand , Enciclop dia da Est ria Universal Quetzal Grande Pr mio de Conto Camilo Castelo Branco 2010 , Os Livros Que Devoraram o Meu Pai Caminho Pr mio Liter rio Mari

[Reading] ➼ Recolha De Alexandria By Afonso Cruz – Stockbag.info
  • Hardcover
  • 111 pages
  • Recolha De Alexandria
  • Afonso Cruz
  • Portuguese
  • 02 February 2018
  • 9789896721343

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